O poder transformador da leitura não é, por si só, novidade para nenhum de nós. Desde que somos apresentados às primeiras letras e aprendemos como interpretá-las, começamos a conhecer o seu potencial no simples e prático ato de correr os olhos em páginas que viramos íntima e naturalmente.
Entender essa importância não basta, como evidencia o lento crescimento do contingente de leitores em nosso país. É preciso vivê-la, e indispensável apropriar-se dos seus benefícios. Guiada pela missão de proporcionar essa experiência, a Bienal Internacional do Livro de Pernambuco chega à sua oitava edição que começa hoje (23/09) e se estende durante dez dias, transformando o pavilhão do Centro de Convenções de Pernambuco num verdadeiro palco cujo espetáculo fica por conta das interações entre Literatura e Cidadania.
Escritores nacionais, internacionais e leitores dos quatro cantos do mundo formam o elenco de peso. No roteiro: debates, palestras, lançamentos, mesas-redondas, oficinas literárias, bate-papos, apresentações infantis, recitais, narrações de histórias, exibição de filmes e seminários! Tudo acontecendo numa cidade literária de ruas e avenidas em cujas vias a cultura tem passe livre, conduzida pela arte dos grandes Mauro Mota e Ronaldo Correia de Brito.
| Mauro Mota e Ronaldo Correia de Brito, homenageados desta edição |
E vai muito além! Nesta edição, as ações de sustentabilidade dão o tom de preocupação e cuidado com o meio-ambiente. A interatividade também é característica presente e marcante da VIII Bienal do Livro de Pernambuco, que pode ser notada já no blog do Bienaldo, personagem-símbolo do evento, além da integração com a turma mais descolada através das redes sociais, pra mostrar que tecnologia, leitura e atitude cidadã combinam muito bem.
A partir da dica de entretenimento, diversão, cultura e lazer, está lançado o desafio! Este que vos escreve, apaixonado pelo hábito de catar letrinhas como é, duvida que você visite a VIII Bienal do Livro de Pernambuco e saia de lá sem que um livro de estórias, um cordel, um gibi, uma enciclopédia, um atlas ou panfletinho que seja te faça perceber quanto poder há em nossa capacidade de registrar fatos, pensamentos ou sensações. Em nossa ilimitada capacidade de transmitir, de ser o que se lê, enfim.
Visite o site da Bienal e acompanhe a programação!
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@_jeanfalcao
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